22/11/10

Eu só me posso explicar por palavras que não fazem o menor sentido aos olhos de quem as lê. Já nem sei do que sou feita do que me desfaço por minúcias coisas. Só me restam as defesas e as forças. No outro dia, faz pouco tempo, aprendi uma curiosidade que me fez esbater o peito em mil indecisões e pensamentos que derivaram de um problema constante e perturbador. Esta foi: só existe um ciume e não vários mas sim diversas formas de agir perante ele. E eu pergunto-me, se ele tem sempre de existir porque é que forço em afundar-me na pior das hipóteses da sua existência? Talvez, seja só o poder de posse e o controlo emocional que tem de estar sempre vincado a beneficiar o meu lado, porque é só esse que importa.
Não sei, se porto e suporto momentos que se confrontam num transtorno opcional ou se é uma maneira de me desviar do que aparentemente me faz mal. Nunca sei.
E afirmo, só me sinto feliz numa pista de uma discoteca, com um abebida ao colo e uma multidão de pessoas de cara conhecida com flashs a pestanejar-me a vista.
Apesar de ser durante a noite o inicio da manhã, é bem mais difícil quando se olha para trás.

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