27/06/10

Por onde é que eu começo hoje ? Será no seguimento de cada um para seu lado e acaba aqui ? Ou por simplesmente nos tempos que se seguem ? As duas montam-se uma na outra, como a areia e o mar se combinam. Existe aqui uma concentração bastante improvisada do que foi planeado por nós. Sim, talvez iludimos-nos demais, insistimos imensas vezes, eu sei lá o que é que foi isto! Sei que chegámos demasiado longe, que as coisas não correram bem, ambos fizemos MERDA da grande. E remédio, soluções ? Existiam muitas. (Pensava). Para ti havia sempre uma oportunidade e ias sempre buscá-la ao que nem sempre é suficiente: ao sentimento. Ok, é o que revela, é o melhor, é o que devemos agarrar. Mas e as desconfianças ? Para quê não pensar que não há um fim quando ele se preza e vem quando menos esperamos ? Parvoíce, a minha por pensar que há-de correr tudo mal como da primeira, certo. Até aí já tinha chegado. Mas, o meu entrave principal senão sendo o secundário o medo, é o feitio dos dois. Igualzinho. E o que é que acontece ? Chocamos. Não, de modo algum que não quero sempre as coisas à minha maneira. Precisava que desses sempre a tua palavra, quando essa ainda me servia de alguma coisa. Hoje, ontem pela noite que nos escapou, vem tudo em memória não um último encontro mas marcou a realidade mais impossível de se realizar. Nós os dois, tu contigo, eu comigo. E chega, antes que volte atrás e o erro acumule ainda mais. Ou, intencionalmente, não lhe chamava erro. E.. quem não vê caras, não vê corações. Duvido!

3 comentários:

  1. amo cada palavra que aqui escreves, perfeito !

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  2. gostei do texto, bastante sentido :$ às vezes as coisas não resultam :$

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  3. "longe da vista, longe do coração" *

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