Mostrar mensagens com a etiqueta love. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta love. Mostrar todas as mensagens

05/04/10

Gosto muito de ti? Gosto. Faço tudo o que tu queres? Faço. Se sempre que estou mal contigo isso me custa mais do que qualquer outra coisa? Custa. Se tivesse a oportunidade de evitar o nosso fim impedia-o? Impedia. E porque? Porque sei que havemos de estar chateados muitas vezes, sei que havemos de estar mal muitas vezes mas, também sei que vai haver sempre algo a falar mais alto, algo que nos impede de continuar, algo que nunca nos deixou acabar com isto (o que quer que isto seja).
.
.e depois de me relembrar destas tuas palavras, deu-me uma vontade enorme de te agarrar, de te dar um aperto forte, não te largar.

03/04/10

Quando passamos sem o mais previsível do que comandamos, para as coisas se tornarem ao nosso jeito tudo é mais fácil.
Um dia destes, quando ganhar coragem para te dizer, todas as formas de emoções que existe enquanto estás lá do outro lado da pessoa que julgas ter na mão, eu digo. É aí que tu entras, numa personagem sumidamente obscura e inocente, com uma maneira devoradora de se interpretar o pensamento vago que vagueia por entre essa única expressão, de muitas. Coloca-te no meio da questão; e pergunta-te se alguma vez te tinham mudado assim os dias, se alguma vez esperas-te que alguém esperasse por ti até ao fim. Não pois não ? Chega a um ponto, em que te encontro dentro de quatro paredes brancas pintadas por um vazio assustador e começas a matutar, no que és no presente. Como fomos capazes de nos tornar isto ? De termos a incapacidade de deixar o que era nosso numa coisa escondida, sem regresso inesperado. Em troca, guardei tudo em demasia, até os restos dos poucos dos nossos dias, das poucas das nossas noites. Não é, por acaso que existimos em pleno instante de uma coisa qualquer, de um nome propicio a mais dois porquês. Vais dizer que nunca mais te lembras-te ? Que apagas-te tantas outras coisas de que não te esqueces-te ? Mais vale o silêncio, não é mesmo assim ? Foi vingativo esse autêntico tempo, dessa aventura meia diabólica, meia perigosa. Transparece a um antes-de-ser-ontem. Por muita vontade, os instintos foram teus, as primeiras palavras foram tuas, mas os primeiros pensamentos.. esses tão inesperados foram meus, sim. Como é que era o fim disto ? Queria eu, não saber mas o teu pedaço de desleixo veio. E é uma bola redonda em que tentas brincar com ela mas não te chega ás mãos. A insuficiência se é isto ou aquilo que queres, não o sabes, apenas tens a depender de ti o destino de uma pessoa, que te promete o possível e o impossível que esta global vila tem. No fundo, quase nada do que te possa dizer é brutalmente uma realidade. A verdade não são as palavras, nem os gestos, nem o brilho nos olhos, os muitos e tantos pensamentos de manhã até ao deitar e muito menos esta frase ‘’o tempo cura tudo”. Mais de metade, são segredos, o restante mal sabes o que é. Juro, que tento retirar o que não foi bom de viver ou guardar.
Agora, transforma e censura essa maneira que me ensinas-te a sobreviver sem ti.

01/04/10

mensagem recebida:''um dia vamos acabar juntos''
Dou por aberto a fase infernal que vai ser arrancar-te cá para fora, enquanto me deixas ir. Sem me esquecer de: ''togheter all the while'', quer nós queiramos quer não!

Recuando umas dezenas de dias atrás.
Uma noite meia embriagada, uns copos no chão, um banco e duas pessoas desconhecidas na conversa. Ligadas por dois amigos opostos, ás 4h da manhã em plena rua a fazer-se sabe-se lá o quê, é do destino. Revendo tudo, parece coisa de filme.
Hoje, somos completamente vidrados na presença comum diária, um do outro. Só se ouvem pausas, o nosso trajecto foi feito disto.

És o causador deste meu isolamento após o teu aparecimento na minha vida. Foi a de muitas gostas de água.
Um pedido muito simples ? Odeia-me, despreza-me com toda essa tua força extraordinária que só tu tens.