Não sei a quantas ando, não sei o que ando a fazer à minha vida, não sei porque é que insisto em fazer mal o que tem de ser feito bem, não sei como vai ser daqui para a frente, não sei nada. Ultimamente tem sido assim. Façam-me as perguntas que quiserem, falem e escrevam o que vos vier à cabeça, eu aguento-me. Apesar de estabelecer os meus limites em todas as ocasiões, mantenho-me ciente do que tem de ser e não o que quero que seja. Respirar fundo e é dizer não até poder. Não queria isto para nós, essa talvez seja a única certeza que tenho no meio disto tudo. As muitas coisas que se atravessam no nosso caminho têm sido de mais, é uma canseira conjunta propicia ao esquecimento.
É o que te disse uma vez e digo-te de novo, um dia quando eu te quiser tu já não vais estar aqui para me querer.
Por todas as razões que desconheces, forço-te a deixares de todo o modo o muito difícil de definir o que quer que tenhamos ou tivemos um dia e ainda hoje. Tentei não te causar danos. Dar-te o bom que me deste desde que te conheço, e se for a contar de todas as vezes que precisei de força para continuar, eras tu que o fazias.
Desta vez, agarra em tudo, mantém-te firme, porque eu vou estar a olhar por ti.
Day 04, a song that makes you sad




